<?xml 
version="1.0" encoding="utf-8"?>
<rss version="2.0" 
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
>

<channel xml:lang="pt_br">
	<title>O Brasil de Aloysio Biondi</title>
	<link>http://www.aloysiobiondi.jor.br/</link>
	
	<language>pt_br</language>
	<generator>SPIP - www.spip.net</generator>




<item xml:lang="pt_br">
		<title>Pesquisadores podem acessar arquivo do jornalista na Unicamp</title>
		<link>https://www.aloysiobiondi.jor.br/spip.php?article1619</link>
		<guid isPermaLink="true">https://www.aloysiobiondi.jor.br/spip.php?article1619</guid>
		<dc:date>2014-09-29T16:18:23Z</dc:date>
		<dc:format>text/html</dc:format>
		<dc:language>pt_br</dc:language>
		<dc:creator>admin</dc:creator>



		<description>&lt;p&gt;O acervo de Aloysio Biondi est&#225; acess&#237;vel ao p&#250;blico na Universidade de Campinas. S&#227;o 60 mil recortes de jornais, 3 mil livros, 3 mil revistas, 5 mil artigos e 30 mil p&#225;ginas de datiloscritos e manuscritos.&lt;/p&gt;

-
&lt;a href="https://www.aloysiobiondi.jor.br/spip.php?rubrique18" rel="directory"&gt;Blog&lt;/a&gt;


		</description>


 <content:encoded>&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;O arquivo do jornalista Aloysio Biondi est&#225; acess&#237;vel ao p&#250;blico. Pesquisadores podem visitar o acervo na Universidade de Campinas (Unicamp), a 99 quil&#244;metros de S&#227;o Paulo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;S&#227;o documentos e publica&#231;&#245;es de trabalho e pessoais de 1934 a 2001, com predomin&#226;ncia das d&#233;cadas de 60, 70 e 80. O conjunto consiste em 60 mil recortes de jornais, 3 mil livros, 3 mil revistas, 5 mil artigos, 30 mil p&#225;ginas de datiloscritos e manuscritos e 60 discos em vinil, segundo contabiliza&#231;&#227;o do Centro de Documenta&#231;&#227;o Alexandre Eulalio (Cedae), onde est&#225; o material.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A documenta&#231;&#227;o de car&#225;ter profissional foi acumulada ao longo dos 44 anos de atividades de Aloysio Biondi em diversos &#243;rg&#227;os de imprensa e compreende correspond&#234;ncia, artigos publicados, livros, revistas, recortes de jornais, relat&#243;rios, censos e outras fontes de pesquisa e informa&#231;&#227;o do titular. H&#225;, ainda, itens anteriores a seu nascimento, em julho de 1936, e posteriores &#224; sua morte, em julho de 2000.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&#8220;A higieniza&#231;&#227;o foi toda conclu&#237;da, assim como o acondicionamento dos documentos, que se encontram climatizados na nossa reserva t&#233;cnica&#8221;, destaca a diretora t&#233;cnica do Cedae, Fl&#225;via Carneiro Le&#227;o. O passo seguinte ser&#225; trabalhar na cataloga&#231;&#227;o de cada item.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O acervo foi &lt;a href=&quot;http://www.aloysiobiondi.jor.br/spip.php?article1204&quot; class='spip_out' rel='external'&gt;doado ao centro&lt;/a&gt; em 2009 como parte do projeto de mem&#243;ria O Brasil de Aloysio Biondi, em que uma rede composta por fam&#237;lia, ex-alunos e amigos trabalhou na triagem e na conserva&#231;&#227;o dos documentos ao longo de nove anos. O material foi &lt;a href=&quot;http://aloysiobiondi.jor.br/spip.php?article1209&quot; class='spip_out' rel='external'&gt;encaminhado para restauro&lt;/a&gt; em 2011.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Tamb&#233;m est&#227;o no centro de documenta&#231;&#227;o, vinculado ao Instituto de Estudos da Linguagem (IEL) da Unicamp, arquivos de Alexandre Eulalio, Bernardo &#201;lis, Fl&#225;vio de Carvalho, Hilda Hist, Menotti Del Picchia, Monteiro Lobato e Oswald de Andrade, entre outros artistas, intelectuais e personalidades de diferentes &#225;reas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Relan&#231;amento&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A Gera&#231;&#227;o Editorial lan&#231;ou &lt;a href=&quot;http://geracaoeditorial.com.br/brasil-privatizado-o/&quot; class='spip_out' rel='external'&gt;nova edi&#231;&#227;o&lt;/a&gt; dos dois volumes do livro O Brasil Privatizado, de Aloysio Biondi, originalmente publicados pela Funda&#231;&#227;o Perseu Abramo. A compila&#231;&#227;o tem apresenta&#231;&#227;o de J&#226;nio de Freitas e pref&#225;cio de Amaury Ribeiro Jr.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
		</content:encoded>


		

	</item>
<item xml:lang="pt_br">
		<title>Fotos do Roda Viva lembram campanha de 1989</title>
		<link>https://www.aloysiobiondi.jor.br/spip.php?article1210</link>
		<guid isPermaLink="true">https://www.aloysiobiondi.jor.br/spip.php?article1210</guid>
		<dc:date>2011-06-04T18:04:09Z</dc:date>
		<dc:format>text/html</dc:format>
		<dc:language>pt_br</dc:language>
		<dc:creator>Pedro Biondi</dc:creator>



		<description>Mais imagens est&#227;o dispon&#237;veis na se&#231;&#227;o Fotos, na d&#233;cada de 1981 a 90. Trata-se de registros da participa&#231;&#227;o de Aloysio Biondi no programa Roda Viva, da TV Cultura, durante as elei&#231;&#245;es presidenciais de 1989. Os entrevistados s&#227;o os candidatos Luiz In&#225;cio Lula da Silva, Leonel Brizola e Mario Covas, al&#233;m do coordenador da campanha de Lula, Aloizio Mercadante. As fotos s&#227;o de Flavio Bacellar e Jair Bertolucci. Est&#227;o arquivadas no Cedoc da Funda&#231;&#227;o Padre (...)

-
&lt;a href="https://www.aloysiobiondi.jor.br/spip.php?rubrique18" rel="directory"&gt;Blog&lt;/a&gt;


		</description>


 <content:encoded>&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;Mais imagens est&#227;o dispon&#237;veis na se&#231;&#227;o Fotos, na &lt;a href=&quot;http://www.aloysiobiondi.jor.br/spip.php?article893&quot; class='spip_out' rel='external'&gt;d&#233;cada de 1981 a 90&lt;/a&gt;. Trata-se de registros da participa&#231;&#227;o de Aloysio Biondi no programa &lt;i&gt;Roda Viva&lt;/i&gt;, da TV Cultura, durante as elei&#231;&#245;es presidenciais de 1989.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Os entrevistados s&#227;o os candidatos Luiz In&#225;cio Lula da Silva, Leonel Brizola e Mario Covas, al&#233;m do coordenador da campanha de Lula, Aloizio Mercadante.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;As fotos s&#227;o de Flavio Bacellar e Jair Bertolucci. Est&#227;o arquivadas no Cedoc da Funda&#231;&#227;o Padre Anchieta.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
		</content:encoded>


		

	</item>
<item xml:lang="pt_br">
		<title>Arquivo de Aloysio Biondi &#233; encaminhado pela Unicamp para restauro</title>
		<link>https://www.aloysiobiondi.jor.br/spip.php?article1209</link>
		<guid isPermaLink="true">https://www.aloysiobiondi.jor.br/spip.php?article1209</guid>
		<dc:date>2011-03-15T00:11:31Z</dc:date>
		<dc:format>text/html</dc:format>
		<dc:language>pt_br</dc:language>
		<dc:creator>admin</dc:creator>



		<description>Um importante passo foi dado para que o arquivo de Aloysio Biondi esteja acess&#237;vel ao p&#250;blico em breve. O acervo foi encaminhado para restauro no final de fevereiro e a previs&#227;o &#233; que dentro de poucos meses volte &#224; Universidade de Campinas (Unicamp). Desde o &#250;ltimo m&#234;s, os milhares de jornais, revistas, livros, recortes e documentos profissionais e pessoais est&#227;o com a Associa&#231;&#227;o Brasileira de Encaderna&#231;&#227;o e Restauro (Aber), contratada pela universidade para os servi&#231;os de limpeza, higieniza&#231;&#227;o e (...)

-
&lt;a href="https://www.aloysiobiondi.jor.br/spip.php?rubrique18" rel="directory"&gt;Blog&lt;/a&gt;


		</description>


 <content:encoded>&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;Um importante passo foi dado para que o arquivo de Aloysio Biondi esteja acess&#237;vel ao p&#250;blico em breve. O acervo foi encaminhado para restauro no final de fevereiro e a previs&#227;o &#233; que dentro de poucos meses volte &#224; Universidade de Campinas (Unicamp).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Desde o &#250;ltimo m&#234;s, os milhares de jornais, revistas, livros, recortes e documentos profissionais e pessoais est&#227;o com a Associa&#231;&#227;o Brasileira de Encaderna&#231;&#227;o e Restauro (Aber), contratada pela universidade para os servi&#231;os de limpeza, higieniza&#231;&#227;o e acondicionamento desses itens.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&#8220;Na Aber, o material permanecer&#225; sob os cuidados da restauradora Norma Cassares e de sua equipe&#8221;, explica a supervisora do Centro de Documenta&#231;&#227;o Alexandre Eul&#225;lio (Cedae/Unicamp, ao qual &lt;a href=&quot;http://www.aloysiobiondi.jor.br/spip.php?article1204&quot; class='spip_out' rel='external'&gt;o arquivo foi doado&lt;/a&gt;), Fl&#225;via Carneiro Le&#227;o.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&#8220;Assim que o acervo retornar, j&#225; limpo, higienizado e &#8216;de roupa nova', ou seja, acondicionado nos novos inv&#243;lucros, iniciaremos a primeira etapa de tratamento arquiv&#237;stico para poder viabilizar o acesso dos pesquisadores.&#8221;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Os recursos para o tratamento do material vieram da verba da p&#243;s-gradua&#231;&#227;o do Instituto de Estudos da Linguagem (IEL), ao qual o Cedae &#233; vinculado.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
		</content:encoded>


		

	</item>
<item xml:lang="pt_br">
		<title>Artigo e entrevista destacam &quot;O Brasil Privatizado&quot; e projeto de mem&#243;ria</title>
		<link>https://www.aloysiobiondi.jor.br/spip.php?article1208</link>
		<guid isPermaLink="true">https://www.aloysiobiondi.jor.br/spip.php?article1208</guid>
		<dc:date>2011-03-14T23:53:20Z</dc:date>
		<dc:format>text/html</dc:format>
		<dc:language>pt_br</dc:language>
		<dc:creator>admin</dc:creator>



		<description>Depois das homenagens noticiadas abaixo, no segundo semestre do ano passado houve pelo menos outros dois registros sobre os dez anos da aus&#234;ncia de Aloysio Biondi: artigo do editor Flamarion Mau&#233;s sobre o processo de produ&#231;&#227;o do livro O Brasil Privatizado: Um Balan&#231;o do Desmonte do Estado e entrevista do coordenador do Projeto O Brasil de Aloysio Biondi, Antonio Biondi, &#224; TV CUT. Em seu relato, Mau&#233;s conta que Biondi enviava os cap&#237;tulos por fax para a Editora Funda&#231;&#227;o Perseu Abramo. &#8220;Ele gostou (...)

-
&lt;a href="https://www.aloysiobiondi.jor.br/spip.php?rubrique18" rel="directory"&gt;Blog&lt;/a&gt;


		</description>


 <content:encoded>&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;Depois das homenagens noticiadas abaixo, no segundo semestre do ano passado houve pelo menos outros dois registros sobre os dez anos da aus&#234;ncia de Aloysio Biondi: artigo do editor Flamarion Mau&#233;s sobre o processo de produ&#231;&#227;o do livro &lt;i&gt;O Brasil Privatizado: Um Balan&#231;o do Desmonte do Estado&lt;/i&gt; e entrevista do coordenador do &lt;strong&gt;Projeto O Brasil de Aloysio Biondi&lt;/strong&gt;, Antonio Biondi, &#224; TV CUT.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em seu relato, Mau&#233;s conta que Biondi enviava os cap&#237;tulos por fax para a Editora Funda&#231;&#227;o Perseu Abramo. &#8220;Ele gostou muito da ideia da cole&#231;&#227;o &#8211; que veio a ser batizada de Brasil Urgente &#8211;, pois achava importante que o livro tivesse aquelas caracter&#237;sticas que prop&#250;nhamos para a cole&#231;&#227;o: texto sucinto, linguagem direta, muita informa&#231;&#227;o, pre&#231;o acess&#237;vel&#8221;, comenta.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Sobre o conte&#250;do, ele narra a rea&#231;&#227;o da ent&#227;o vice-presidente da Funda&#231;&#227;o Perseu Abramo, Zilah Abramo, ap&#243;s ler o original: &#8220;&#8216;Li o texto &#224; noite e nem dormi direito. Fiquei chocada! O que est&#225; acontecendo &#233; muito grave e a gente n&#227;o tem no&#231;&#227;o', foi mais ou menos o que ela me disse. E assim era com a maior parte das pessoas que liam o texto &#8211; a mesma rea&#231;&#227;o que os leitores teriam quando o livro foi lan&#231;ado&#8221;. O artigo do editor &lt;a href=&quot;http://www.rodrigovianna.com.br/colunas/livros-e-historia/aloysio-biondi-e-o-livro-que-desnudou-as-privatizacoes.html&quot; class='spip_out' rel='external'&gt;foi originalmente publicado no site O Escrevinhador&lt;/a&gt;, de Rodrigo Vianna.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Por sua vez, na entrevista de 10 de setembro, Antonio Biondi fala ao Jornal da CUT sobre a atualidade da obra de seu pai e o projeto de mem&#243;ria. A entrevista pode ser visualizada na p&#225;gina do &lt;a href=&quot;http://tv.cut.org.br/programa/53/jornal-da-cut-09&quot; class='spip_out' rel='external'&gt;jornal do dia 10 de setembro&lt;/a&gt;, no quarto quadrinho abaixo do principal (com a minutagem em 00:06:50). Outra op&#231;&#227;o &#233; visualizar a &#237;ntegra do jornal, no quadro principal, sendo que a mat&#233;ria sobre Biondi come&#231;a aos 6'44''.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
		</content:encoded>


		

	</item>
<item xml:lang="pt_br">
		<title>Aus&#234;ncia lembrada, obra revisitada</title>
		<link>https://www.aloysiobiondi.jor.br/spip.php?article1206</link>
		<guid isPermaLink="true">https://www.aloysiobiondi.jor.br/spip.php?article1206</guid>
		<dc:date>2010-08-27T02:54:59Z</dc:date>
		<dc:format>text/html</dc:format>
		<dc:language>pt_br</dc:language>
		<dc:creator>Pedro Biondi</dc:creator>



		<description>Textos publicados em julho e agosto rendem homenagem a Aloysio Biondi e lembram os dez anos de aus&#234;ncia do jornalista revisitando sua obra. &#8220;Embrutecemos. A sociedade brasileira embruteceu. Os meios de comunica&#231;&#227;o embruteceram. N&#243;s, jornalistas, embrutecemos. (...) Os governantes atuais n&#227;o se importam mais com o povo, o ser humano. Mas todos tamb&#233;m somos culpados. Por silenciar. Por ficar de bra&#231;os cruzados. Embrutecemos, sim.&#8221; O trecho, de artigo publicado em 2000 no Di&#225;rio Popular, &#233; o mote de (...)

-
&lt;a href="https://www.aloysiobiondi.jor.br/spip.php?rubrique18" rel="directory"&gt;Blog&lt;/a&gt;


		</description>


 <content:encoded>&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;Textos publicados em julho e agosto rendem homenagem a Aloysio Biondi e lembram os dez anos de aus&#234;ncia do jornalista revisitando sua obra.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&#8220;Embrutecemos. A sociedade brasileira embruteceu. Os meios de comunica&#231;&#227;o embruteceram. N&#243;s, jornalistas, embrutecemos. (...) Os governantes atuais n&#227;o se importam mais com o povo, o ser humano. Mas todos tamb&#233;m somos culpados. Por silenciar. Por ficar de bra&#231;os cruzados. Embrutecemos, sim.&#8221; O trecho, de artigo publicado em 2000 no &lt;i&gt;Di&#225;rio Popular&lt;/i&gt;, &#233; o mote de abertura de &lt;a href=&quot;http://www.redebrasilatual.com.br/revistas/50/ha-dez-anos-um-vazio/?searchterm=aloysio%20biondi%20dez%20anos&quot; class='spip_out' rel='external'&gt;mat&#233;ria&lt;/a&gt; da &lt;i&gt;Revista do Brasil&lt;/i&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Com o t&#237;tulo &#8220;H&#225; dez anos, um vazio&#8221;, &#233; assim introduzida: &#8220;&#205;cone do jornalismo cr&#237;tico e anal&#237;tico, Aloysio Biondi se foi sem deixar substitutos&#8221;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ali, o jornalista Vitor Nuzzi avalia: &#8220;Passados dez anos, as an&#225;lises e coment&#225;rios de Biondi, sempre baseados em dados e n&#250;meros, n&#227;o em palpites, ainda fazem falta. Especialmente quando se lembra de que, aliado ao rigor t&#233;cnico, eram textos acess&#237;veis, sem a praga do econom&#234;s, escritos por algu&#233;m que n&#227;o ficou de bra&#231;os cruzados.&#8221; Nuzzi lembra a doa&#231;&#227;o do acervo do jornalista ao Centro de Documenta&#231;&#227;o Alexandre Eul&#225;lio (Cedae), da Universidade
de Campinas (Unicamp).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;No artigo &lt;a href=&quot;http://cartamaior.com.br/templates/colunaMostrar.cfm?coluna_id=4730&quot; class='spip_out' rel='external'&gt;&quot;O sorriso de Biondi&quot;&lt;/a&gt;, na Ag&#234;ncia Carta Maior, o cientista pol&#237;tico Antonio Lassance retoma a contribui&#231;&#227;o do jornalista ao debate em torno da Telebr&#225;s. Comentando a reativa&#231;&#227;o da estatal e a rea&#231;&#227;o de seus opositores, ele aponta nos questionamentos uma &#8220;falta de contextualiza&#231;&#227;o prim&#225;ria&#8221;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&#8220;At&#233; hoje, a melhor forma de contar essa hist&#243;ria e travar a batalha da mem&#243;ria contra o esquecimento &#233; revisitar o livro de Aloysio Biondi, &lt;i&gt;O Brasil Privatizado: Um Balan&#231;o do Desmonte do Estado&lt;/i&gt;&#8221;, anota o pesquisador do Instituto de Pesquisa Econ&#244;mica Aplicada (Ipea).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para ele, Aloysio Biondi foi &#8220;um monstro sagrado do jornalismo brasileiro, grande mestre do jornalismo econ&#244;mico&#8221;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Continua Lassance: &#8220;&lt;i&gt;O Brasil Privatizado&lt;/i&gt; abria seu cap&#237;tulo &#8216;As estatais: sacos sem fundo?' justamente falando da Telebr&#225;s. Biondi relembrava que, entre 1996 e 1997, a empresa teve um salto de 250% em seu lucro, desmentindo categoricamente a mensagem fabricada de que as estatais s&#243; davam preju&#237;zo. No livro que tornou-se um cl&#225;ssico para a compreens&#227;o sobre o que fizeram com o Brasil nos anos 90, Biondi contextualizava que tanto os preju&#237;zos quanto os lucros das estatais tinham sido fabricados para atender a interesses muito bem identificados.&#8221;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O pesquisador cita trecho da p&#225;gina 30 de &lt;i&gt;O Brasil Privatizado&lt;/i&gt;: &#8220;Os preju&#237;zos que o achatamento de tarifas e pre&#231;os trouxe para as estatais teve efeitos que o consumidor conhece bem: nesses per&#237;odos, elas ficaram sem dinheiro para investir e ampliar servi&#231;os. Explicam-se, assim, as filas de espera para os telefones, ou as constantes amea&#231;as de &#8216;apag&#245;es' no sistema de eletricidade. Ou, dito de outra forma: n&#227;o &#233; verdade que os servi&#231;os das estatais tenham se deteriorado por &#8216;incompet&#234;ncia'. Como tamb&#233;m &#233; mentira que &#8216;o Estado perdeu sua capacidade de investir', como diz a campanha dos privatizantes. O que houve foi uma pol&#237;tica econ&#244;mica absurda, que sacrificou as estatais.&#8221; O livro pode ser lido e baixado &lt;a href=&quot;http://www.aloysiobiondi.jor.br/spip.php?article4&quot; class='spip_out' rel='external'&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Al&#233;m disso, o &lt;a href=&quot;http://www.fpabramo.org.br/blog/aloysio-biondi-para-lembrar-e-compartilhar&quot; class='spip_out' rel='external'&gt;Blog da Funda&#231;&#227;o Perseu Abramo&lt;/a&gt; reuniu conte&#250;dos produzidos por Aloysio Biondi ou referentes a ele. Foi a editora da entidade que publicou o livro do jornalista, que superou a marca de 140 mil exemplares vendidos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Por fim, a revista &lt;i&gt;&lt;a href=&quot;http://www.senge-pr.org.br/noticias.asp?codigo=134&amp;titulo=Revista_Privatizacao:_um_jogo_de_cartas_marcadas&quot; class='spip_out' rel='external'&gt;Reflexos da Privatiza&#231;&#227;o&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;, editada pelo Sindicato dos Engenheiros no Paran&#225;, traz reportagem de capa sobre o processo de venda das estatais, classificando-o como &#8220;um jogo de cartas marcadas&#8221;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O material usa dados do levantamento feito por Biondi, e reproduz um par&#225;grafo do livro referente &#224;s ferrovias: &#8220;Desde o final dos anos 60, o governo frequentemente usou as estatais para &#8216;segurar' a infla&#231;&#227;o ou beneficiar certos setores da economia, geralmente por serem considerados &#8216;estrat&#233;gicos' para o pa&#237;s. Como assim? Houve per&#237;odos em que o governo evitou reajustes de pre&#231;os e tarifas de produtos (como o a&#231;o) e servi&#231;os fornecidos pelas estatais, na tentativa de reduzir as press&#245;es e controlar as taxas de infla&#231;&#227;o. Esses &#8216;achatamentos' e &#8216;congelamentos' foram os principais respons&#225;veis por preju&#237;zos ou baixos lucros apresentados por algumas estatais, que passavam a acumular d&#237;vidas ao longo dos anos &#8211; sofrendo ent&#227;o nova &#8216;sangria', representada pelos juros que tinham de pagar sobre essas d&#237;vidas. Certo ou errado, as estatais foram usadas como arma contra a infla&#231;&#227;o por governos que achavam que o combate &#224; carestia era a principal prioridade do pa&#237;s.&#8221;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
		</content:encoded>


		
		<enclosure url="https://www.aloysiobiondi.jor.br/IMG/pdf/revistadobr50_biondi.pdf" length="362636" type="application/pdf" />
		
		<enclosure url="https://www.aloysiobiondi.jor.br/IMG/pdf/engenheiros_pr_privatizacoes_ago10.pdf" length="1996412" type="application/pdf" />
		

	</item>
<item xml:lang="pt_br">
		<title>Acervo de Biondi chega &#224; Unicamp</title>
		<link>https://www.aloysiobiondi.jor.br/spip.php?article1205</link>
		<guid isPermaLink="true">https://www.aloysiobiondi.jor.br/spip.php?article1205</guid>
		<dc:date>2009-11-02T23:02:31Z</dc:date>
		<dc:format>text/html</dc:format>
		<dc:language>pt_br</dc:language>
		<dc:creator>Pedro Biondi</dc:creator>



		<description>Na manh&#227; de 21 de outubro se encerrou o cap&#237;tulo de nove anos de organiza&#231;&#227;o caseira do arquivo de Aloysio Biondi. &#192;s 10 horas da quarta-feira, as mais de 50 caixas que comp&#245;em o acervo do jornalista deixaram a resid&#234;ncia dos Leite Biondi rumo &#224; Unicamp. Ao lado de Antonio e Bia Biondi e Angela Leite, participaram dessa empreitada final Valdomiro Theodoro Ramos e Jos&#233; Irvando Moraes da Silva, da transportadora Jos&#233; Roque, de Osasco, entre outras pessoas que ajudaram na retirada das caixas. O (...)

-
&lt;a href="https://www.aloysiobiondi.jor.br/spip.php?rubrique18" rel="directory"&gt;Blog&lt;/a&gt;


		</description>


 <content:encoded>&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;Na manh&#227; de 21 de outubro se encerrou o cap&#237;tulo de nove anos de organiza&#231;&#227;o caseira do arquivo de Aloysio Biondi.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&#192;s 10 horas da quarta-feira, as mais de 50 caixas que comp&#245;em o acervo do jornalista deixaram a resid&#234;ncia dos Leite Biondi rumo &#224; Unicamp.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ao lado de Antonio e Bia Biondi e Angela Leite, participaram dessa empreitada final Valdomiro Theodoro Ramos e Jos&#233; Irvando Moraes da Silva, da transportadora Jos&#233; Roque, de Osasco, entre outras pessoas que ajudaram na retirada das caixas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O material chegou ao Centro de Documenta&#231;&#227;o Alexandre Eul&#225;lio (Cedae), do Instituto de Estudos da Linguagem da Unicamp, onde foi recebido pela equipe agora respons&#225;vel pela guarda e organiza&#231;&#227;o do arquivo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em breve, ap&#243;s passar por processos de limpeza e tratamento, o acervo, pouco a pouco, ser&#225; disponibilizado ao p&#250;blico em geral.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.aloysiobiondi.jor.br/spip.php?article1204&quot; class='spip_out' rel='external'&gt;Saiba mais sobre a produ&#231;&#227;o de Biondi e a doa&#231;&#227;o &#224; universidade.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
		</content:encoded>


		

	</item>
<item xml:lang="pt_br">
		<title>Aloysio Biondi agora &#233; vizinho de Oswald e Lobato</title>
		<link>https://www.aloysiobiondi.jor.br/spip.php?article1204</link>
		<guid isPermaLink="true">https://www.aloysiobiondi.jor.br/spip.php?article1204</guid>
		<dc:date>2009-09-30T12:59:25Z</dc:date>
		<dc:format>text/html</dc:format>
		<dc:language>pt_br</dc:language>
		<dc:creator>Pedro Biondi</dc:creator>



		<description>Texto de Aloisio Milani e Pedro Biondi sobre a doa&#231;&#227;o do acervo &#224; Unicamp, publicado no site da Carta Capital em 29 de setembro Texto de Aloisio Milani e Pedro Biondi sobre a doa&#231;&#227;o do acervo &#224; Unicamp, publicado no site da Carta Capital em 29 de setembro O acervo pessoal de Aloysio Biondi tem de tudo um pouco da vida de jornalista &#8211; pelo menos do que era t&#237;pico para uma gera&#231;&#227;o anal&#243;gica. Uma remington esverdeada, anota&#231;&#245;es pessoais, pilhas sem-fim de informa&#231;&#227;o e um cancioneiro. Na realidade, alguns (...)

-
&lt;a href="https://www.aloysiobiondi.jor.br/spip.php?rubrique18" rel="directory"&gt;Blog&lt;/a&gt;


		</description>


 <content:encoded>&lt;div class='rss_chapo'&gt;&lt;p&gt;Texto de Aloisio Milani e Pedro Biondi sobre a doa&#231;&#227;o do acervo &#224; Unicamp, publicado no site da Carta Capital em 29 de setembro&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;Texto de Aloisio Milani e Pedro Biondi sobre a doa&#231;&#227;o do acervo &#224; Unicamp, publicado no site da &lt;i&gt;Carta Capital&lt;/i&gt; em 29 de setembro&lt;/i&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O acervo pessoal de Aloysio Biondi tem de tudo um pouco da vida de jornalista &#8211; pelo menos do que era t&#237;pico para uma gera&#231;&#227;o anal&#243;gica. Uma remington esverdeada, anota&#231;&#245;es pessoais, pilhas sem-fim de informa&#231;&#227;o e um cancioneiro. Na realidade, alguns poucos long-plays. No meio deles, um de Adauto Santos, cantor e compositor meio caipira meio sambista. Com voz de veludo. O disco se chama &lt;i&gt;Nau Catarineta&lt;/i&gt;, lan&#231;ado pela gravadora Marcus Pereira nos idos de 1974. Ano ainda de ditadura. E Biondi escrevia no jornal &lt;i&gt;Opini&#227;o&lt;/i&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Na contracapa do disco, um c&#237;rculo de caneta azul marcava a m&#250;sica 2 do lado A. N&#227;o h&#225; anota&#231;&#227;o alguma. S&#243; um risco sobre a composi&#231;&#227;o &quot;De mala e cuca&quot;, composta por Adauto e parceiros. Sem mais pistas da anota&#231;&#227;o, a solu&#231;&#227;o &#233; ouvir. Na vitrola: &#8220;Cheguei de mala e cuca nessa capital / O carro, a placa, o pr&#233;dio, a morte no jornal / Fecharam meu sorriso, calaram minha voz / Selaram meu futuro, onde estamos n&#243;s? / Estrada, terra e mato. Nuvem de poeira / Levando a minha vida para o meu lugar&#8221;. Coincid&#234;ncia ou n&#227;o, a m&#250;sica parece com o que Aloysio Biondi viveu.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Morto h&#225; nove anos, Biondi deixa saudade para quem busca nos jornais um olhar cr&#237;tico e diferenciado da claque do poder e dos seus governantes. Veio para a vida em 1936 na pequena Caconde, interior de S&#227;o Paulo. Criou-se em S&#227;o Jos&#233; do Rio Pardo e se afundou no jornalismo paulistano at&#233; o pesco&#231;o depois dos 19 anos. Sem diploma em universidade (cursou e n&#227;o concluiu, na capital, sociologia e pol&#237;tica). Mas com sede de informa&#231;&#227;o e conhecimento amplo. Passou pelas principais reda&#231;&#245;es brasileiras. Seus debates p&#250;blicos lhe deram inimigos e admiradores. Durante a ditadura militar, ganhou dois pr&#234;mios Esso de jornalismo na contracorrente. Como escreveu na revista &lt;i&gt;Vis&#227;o&lt;/i&gt;, de 1967, o &#8220;clima de fraseado vazio (...) tem o dem&#233;rito de manter a opini&#227;o p&#250;blica completamente desinformada do que est&#225; acontecendo&#8221;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Saber sua trajet&#243;ria no jornalismo e na vida p&#250;blica &#233; mais f&#225;cil para quem tem mais de 50 anos. Especialmente para alguns &#8211; o ex-ministro da Fazenda Delfim Netto, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, seus escudeiros Pedro Malan e Gustavo Franco... Para conhecer (ou recordar) um pouco mais, basta acessar o s&#237;tio eletr&#244;nico do projeto que fam&#237;lia e amigos desenvolvem para digitalizar a obra do jornalista &#8211; &lt;a href=&quot;http://www.aloysiobiondi.jor.br/&quot; class='spip_out' rel='external'&gt;www.aloysiobiondi.jor.br&lt;/a&gt;. Com algumas buscas por palavras-chave, d&#225; para ler um pouco da hist&#243;ria brasileira pelo olhar de Aloysio Biondi. N&#227;o &#233; pouco...&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Chega-se, por exemplo, a um texto do &lt;i&gt;Opini&#227;o&lt;/i&gt;, de 29 de julho de 1974. &#8220;O fio da meada&#8221; &#233; o t&#237;tulo. Na abertura, Biondi faz uma digress&#227;o liter&#225;ria para explicar o novo capitalismo agr&#237;cola diante do petr&#243;leo em crise. Cita o &lt;i&gt;Marco Zero&lt;/i&gt;, do escritor Oswald de Andrade. &#8220;O preto cai&#231;ara plantava seu arrozinho, comprava fiado na venda do turco, vinha a safra, pagava a d&#237;vida &#8212; ou deixava 'para o ano', se a colheita era ruim. Surgiu o japon&#234;s. Ofereceu financiamento, mandou assinar recibo. A safra foi ruim. O cai&#231;ara entregou sua terra em pagamento da d&#237;vida, e foi ser empregado do japon&#234;s. Nos anos 20&#8221;. A hist&#243;ria se repetiu para os ga&#250;chos depois. Leia l&#225; no original a continua&#231;&#227;o...&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Hoje em dia, qualquer pa&#237;s tem suas vers&#245;es oficiais constantemente bombardeadas por registros e contradi&#231;&#245;es de populares e de vozes dissonantes de governos e partidos. Da&#237; a import&#226;ncia de se reler o passado. Acervos de intelectuais formam, assim, mais uma ferramenta para se refletir a cultura, a pol&#237;tica e a sociedade. Se em 1974, Biondi citou o modernista Oswald, agora seu arquivo pessoal vai repousar a poucos metros de dist&#226;ncia do dele, num centro de documenta&#231;&#227;o da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Na assinatura da doa&#231;&#227;o do arquivo de Aloysio Biondi &#224; universidade, no dia 18 de setembro, outras coincid&#234;ncias foram citadas como elos para que o acordo se concretizasse. Uma delas &#8211; daquelas felizes, diga-se &#8211; revelou-se logo ap&#243;s a cerim&#244;nia: o jornalista tamb&#233;m ser&#225; vizinho do escritor Monteiro Lobato, que ele sempre citou como um dos autores cuja obra propiciou sua forma&#231;&#227;o na juventude, particularmente no que diz respeito &#224; perspectiva de desenvolvimento do Brasil como povo, Estado e na&#231;&#227;o. Juventude? Numa entrevista aparece refer&#234;ncia &#224; leitura, aos 8 anos, de &lt;i&gt;O Esc&#226;ndalo do Petr&#243;leo e Ferro&lt;/i&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Tamb&#233;m Hilda Hist, Brito Broca, Bernardo &#201;lis, Paulo Duarte e o professor que d&#225; nome ao espa&#231;o moram ali, no Centro de Documenta&#231;&#227;o Cultural Alexandre Eul&#225;lio (Cedae), ligado ao Instituto dos Estudos da Linguagem (IEL) da Unicamp. O Cedae conta com diversas outras mem&#243;rias, cole&#231;&#245;es e acervos, que fazem dele um importante centro dedicado &#224;s manifesta&#231;&#245;es das l&#237;nguas faladas no Brasil - al&#233;m de reunir relevantes fontes para o conhecimento da cultura brasileira e da hist&#243;ria recente do pa&#237;s.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&quot;Algumas coincid&#234;ncias foram chave para essa sintonia&#8221;, disse, sobre a doa&#231;&#227;o, o secret&#225;rio estadual de Ensino Superior de S&#227;o Paulo, Carlos Vogt, que responde pelo Laborat&#243;rio de Estudos Avan&#231;ados em Jornalismo (Labjor) da Unicamp. Ele listou a conviv&#234;ncia com Aloysio Biondi em algumas reda&#231;&#245;es, que permitiu saber mais sobre o acervo do jornalista; o contato com parentes de Biondi em diferentes situa&#231;&#245;es; e a exist&#234;ncia de uma linha de mestrado em jornalismo cient&#237;fico, cultural e liter&#225;rio.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Vogt incluiu na lista de coincid&#234;ncias os debates p&#250;blicos que Aloysio Biondi travou via imprensa com destacados economistas da Unicamp, a exemplo de Jo&#227;o Manuel Cardoso de Mello e Luiz Gonzaga Belluzzo: &quot;Foram muitas pol&#234;micas p&#250;blicas e tamb&#233;m, &#224;s vezes, alguns consensos&quot;. Sempre citada por Biondi como &quot;mestra&quot;, Maria da Concei&#231;&#227;o Tavares foi outra debatedora hist&#243;rica da casa.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Tais discuss&#245;es, concentradas no per&#237;odo da ditadura militar, foram lembradas no dia pelo coordenador do projeto coletivo de mem&#243;ria do jornalista, Antonio Biondi. A iniciativa j&#225; dura nove anos e &#233; a respons&#225;vel pela manuten&#231;&#227;o &#8211; ou, em muitos casos, recupera&#231;&#227;o &#8211; do material que o homenageado arquivava. Trata-se de muitas prateleiras de revistas, livros, censos e, principalmente, jornais. &quot;Falo aqui n&#227;o s&#243; por mim, mas em nome de familiares e muita gente que ajudou a organizar a obra do Aloysio at&#233; agora&quot;, disse Antonio.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&quot;O projeto &lt;strong&gt;O Brasil de Aloysio Biondi&lt;/strong&gt; tem a participa&#231;&#227;o de cerca de 200 pessoas e s&#243; eles sabem o que se passou nesses anos em que engolimos muito p&#243; para organizar esse trabalho. Organizamos festas para arrecadar fundos e contamos com muita gente para lan&#231;ar um site com a obra dele tamb&#233;m.&quot; Na p&#225;gina eletr&#244;nica, est&#227;o dispon&#237;veis mais de mil textos do jornalista, al&#233;m de testemunhos, fotos, v&#237;deos e reprodu&#231;&#245;es de originais dos artigos publicados em mais de 20 ve&#237;culos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&quot;A import&#226;ncia de Aloysio Biondi para o jornalismo &#233; extremamente grande&quot;, analisou Carlos Vogt. &quot;Ele produziu no calor da hora uma obra, &lt;i&gt;O Brasil Privatizado - Um Balan&#231;o do Desmonte do Estado&lt;/i&gt; (Editora Funda&#231;&#227;o Perseu Abramo, 1999), que contribuiu muito para entender o processo de transforma&#231;&#227;o do Estado e do pa&#237;s.&quot; O secret&#225;rio do governo Serra concluiu que a doa&#231;&#227;o tem valor tanto pessoal quanto geracional.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O diretor do IEL, Alcir P&#233;cora, elogiou a decis&#227;o da fam&#237;lia, compartilhada com os participantes do projeto: &quot;Geralmente, no Brasil, os familiares de escritores e personalidades mais atrapalham que ajudam as pesquisas sobre a obra. Ent&#227;o, o que vemos hoje aqui, na doa&#231;&#227;o do acervo do Aloysio Biondi, &#233; um ato de desprendimento, de doa&#231;&#227;o, que vai reverter em mais pesquisas sobre a sua obra, seu legado.&quot;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&quot;A doa&#231;&#227;o do acervo &#233; uma forma de dar continuidade ao esp&#237;rito de luta que caracterizou o trabalho do Aloysio Biondi, que sempre revelou esse engajamento na vida p&#250;blica pelo jornalismo&quot;, complementou o coordenador do Cedae, Jefferson Cano. A seu ver, o acervo tamb&#233;m coloca em outro patamar o mestrado relacionado a jornalismo cient&#237;fico, cultural e liter&#225;rio. &quot;Isso abre um novo espa&#231;o de discuss&#227;o e que pode formar uma nova &#225;rea de pesquisa.&quot; &lt;a href=&quot;http://www.aloysiobiondi.jor.br/spip.php?article1203&quot; class='spip_out' rel='external'&gt;Leia entrevista com o professor aqui.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;E por falar em continuidade, em 2000 Biondi confidenciou a alunos de jornalismo na Faculdade C&#225;sper L&#237;bero que pretendia continuar a saga da pesquisa de O Brasil Privatizado. O foco seria num dos setores que mais o incomodavam nos &#250;ltimos tempos: o do petr&#243;leo, que teve destaque em sua leitura. Qual a fun&#231;&#227;o da estatal Petrobras? Quais as artimanhas para entregar essa riqueza &#224; iniciativa privada? Qual a conta que todo brasileiro deveria fazer para saber por que o governo deveria ser o grande explorador das reservas? Seria ouro para uma na&#231;&#227;o que discute novas leis para os rec&#233;m-descobertos campos do pr&#233;-sal. J&#225; no que ele produziu se encontram muitos elementos para o debate.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Voltando &#224; doa&#231;&#227;o: assinado o documento, agora cumpre somente transportar o material de S&#227;o Paulo para Campinas - tarefa que as equipes do Cedae e do projeto em mem&#243;ria do jornalista pretendem encaminhar o quanto antes. Enquanto isso, o arm&#225;rio deslizante de n&#250;mero 17, adquirido recentemente pelo centro de documenta&#231;&#227;o, recebe os &#250;ltimos ajustes antes de acolher o acervo de Biondi. Fica para o leitor a pergunta - at&#233; o momento n&#227;o respondida, sequer pela hist&#243;ria: afinal, coincid&#234;ncias existem?&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
		</content:encoded>


		

	</item>
<item xml:lang="pt_br">
		<title>Coordenador do Cedae-Unicamp aponta poss&#237;veis di&#225;logos com outros acervos</title>
		<link>https://www.aloysiobiondi.jor.br/spip.php?article1203</link>
		<guid isPermaLink="true">https://www.aloysiobiondi.jor.br/spip.php?article1203</guid>
		<dc:date>2009-09-28T13:48:36Z</dc:date>
		<dc:format>text/html</dc:format>
		<dc:language>pt_br</dc:language>
		<dc:creator>Pedro Biondi</dc:creator>



		<description>Na assinatura da doa&#231;&#227;o do arquivo de Aloysio Biondi &#224; Unicamp, a abertura de um novo espa&#231;o de discuss&#227;o e a possibilidade de inaugurar uma nova &#225;rea de pesquisa foi destacada pelo professor Jefferson Cano, coordenador do Centro de Documenta&#231;&#227;o Cultural Alexandre Eul&#225;lio (Cedae), onde a produ&#231;&#227;o do jornalista ficar&#225; abrigada &#8211; e, em breve, dispon&#237;vel para consulta. Ele explica que a estrutura do Cedae, ligado ao Instituto dos Estudos da Linguagem (IEL), passou por adapta&#231;&#245;es para receber o material, e (...)

-
&lt;a href="https://www.aloysiobiondi.jor.br/spip.php?rubrique18" rel="directory"&gt;Blog&lt;/a&gt;


		</description>


 <content:encoded>&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;Na assinatura da doa&#231;&#227;o do arquivo de Aloysio Biondi &#224; Unicamp, a abertura de um novo espa&#231;o de discuss&#227;o e a possibilidade de inaugurar uma nova &#225;rea de pesquisa foi destacada pelo professor Jefferson Cano, coordenador do Centro de Documenta&#231;&#227;o Cultural Alexandre Eul&#225;lio (Cedae), onde a produ&#231;&#227;o do jornalista ficar&#225; abrigada &#8211; e, em breve, dispon&#237;vel para consulta.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ele explica que a estrutura do Cedae, ligado ao Instituto dos Estudos da Linguagem (IEL), passou por adapta&#231;&#245;es para receber o material, e cita as obras de Oswald de Andrade, Brito Broca e Alexandre Eul&#225;lio como produ&#231;&#245;es com as quais a obra de Biondi possivelmente propiciar&#225; pontes.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Jefferson Cano &#233; doutor em hist&#243;ria pela Unicamp e leciona no Departamento de Teoria Liter&#225;ria. Os cruzamentos entre pol&#237;tica e cultura e entre literatura e imprensa est&#227;o entre seus principais temas de pesquisa. Leia entrevista com o professor aqui.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;O recebimento do arquivo de Aloysio Biondi demandou estrutura extra
para o Cedae?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Sim, o seu recebimento exigiu que reformul&#225;ssemos todo o espa&#231;o de nossa reserva t&#233;cnica, para que fosse poss&#237;vel a instala&#231;&#227;o de um sistema de arquivamento deslizante para abrigar os documentos do acervo. Esse sistema precisou ser adquirido desde que entramos em acordo sobre a doa&#231;&#227;o do material e para isso contamos com o apoio da reitoria.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quais ser&#227;o os pr&#243;ximos passos envolvendo o material doado? Que
horizonte &#233; previsto para essas a&#231;&#245;es?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O primeiro, para o qual j&#225; estamos nos mobilizando, &#233; a transfer&#234;ncia do acervo para o Cedae nos pr&#243;ximos dias, assim que for poss&#237;vel a contrata&#231;&#227;o do transporte. Em seguida, chegando ao Cedae, ter&#225; in&#237;cio a higieniza&#231;&#227;o de cada documento individualmente. Essa etapa pr&#233;via &#233; importante para prevenir a prolifera&#231;&#227;o de microorganismos e insetos respons&#225;veis pela deteriora&#231;&#227;o dos documentos, e isso viabilizar&#225; a troca do acondicionamento do material para caixas e pastas adequados &#224; sua preserva&#231;&#227;o. Depois de cumpridas tais etapas os documentos ser&#227;o guardados em ambiente climatizado, com umidade e temperatura controlados. Ter&#225; in&#237;cio ent&#227;o o trabalho de processamento arquiv&#237;stico, que consiste na classifica&#231;&#227;o e descri&#231;&#227;o de cada documento.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Pode-se prever quando, aproximadamente, esse acervo estar&#225; dispon&#237;vel para os pesquisadores em geral? A digitaliza&#231;&#227;o deve ser um passo posterior, certo?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ao longo da etapa de processamento t&#233;cnico, o material come&#231;a a ser pouco a pouco disponibilizado aos pesquisadores. S&#243; ap&#243;s a completa organiza&#231;&#227;o do acervo, que pode ser um processo bastante longo, por ser muito meticuloso, a documenta&#231;&#227;o, que &#233; volumosa, ser&#225; encaminhada &#224; microfilmagem. A partir dos microfilmes &#233; que ser&#225; feita a digitaliza&#231;&#227;o.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&#201; poss&#237;vel identificar, no atual acervo do Cedae, produ&#231;&#245;es com as quais a de Biondi dialoga? Para n&#243;s, a obra de Monteiro Lobato &#233; a primeira a se apresentar nesse sentido, pois ele sempre o apontou como uma dos principais autores a contribuir para sua forma&#231;&#227;o quando jovem.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Al&#233;m do car&#225;ter de novidade que o acervo de Aloysio Biondi traz para o Cedae, pois se trata de uma amplia&#231;&#227;o de sua abrang&#234;ncia tem&#225;tica, &#233; poss&#237;vel pensar em uma rela&#231;&#227;o com a produ&#231;&#227;o de outros titulares de acervos que atuaram tamb&#233;m na imprensa. O primeiro a ser citado talvez deva ser Oswald de Andrade, por sua milit&#226;ncia de esquerda. Mas al&#233;m dele poder&#237;amos pensar na atua&#231;&#227;o de figuras como Brito Broca ou Alexandre Eul&#225;lio, que contribu&#237;ram muito para a divulga&#231;&#227;o da literatura por meio da imprensa.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
		</content:encoded>


		

	</item>
<item xml:lang="pt_br">
		<title>Arquivo do jornalista ser&#225; doado a centro da Unicamp nesta sexta</title>
		<link>https://www.aloysiobiondi.jor.br/spip.php?article1201</link>
		<guid isPermaLink="true">https://www.aloysiobiondi.jor.br/spip.php?article1201</guid>
		<dc:date>2009-09-16T16:13:45Z</dc:date>
		<dc:format>text/html</dc:format>
		<dc:language>pt_br</dc:language>
		<dc:creator>Pedro Biondi</dc:creator>



		<description>Quarenta e quatro anos de jornalismo, traduzidos em passagens por diversas reda&#231;&#245;es, extensas jornadas de trabalho, incans&#225;vel pesquisa e preocupa&#231;&#227;o permanente com os rumos de nossa na&#231;&#227;o e as condi&#231;&#245;es de vida da popula&#231;&#227;o brasileira. Essa &#233; a subst&#226;ncia do arquivo pessoal de Aloysio Biondi, que ser&#225; doado nesta sexta (18) ao Centro de Documenta&#231;&#227;o Cultural Alexandre Eulalio (Cedae). A doa&#231;&#227;o faz parte do projeto O Brasil de Aloysio Biondi, que re&#250;ne parentes, amigos e alunos do jornalista. Biondi (...)

-
&lt;a href="https://www.aloysiobiondi.jor.br/spip.php?rubrique18" rel="directory"&gt;Blog&lt;/a&gt;


		</description>


 <content:encoded>&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;Quarenta e quatro anos de jornalismo, traduzidos em passagens por diversas reda&#231;&#245;es, extensas jornadas de trabalho, incans&#225;vel pesquisa e preocupa&#231;&#227;o permanente com os rumos de nossa na&#231;&#227;o e as condi&#231;&#245;es de vida da popula&#231;&#227;o brasileira. Essa &#233; a subst&#226;ncia do arquivo pessoal de Aloysio Biondi, que ser&#225; doado nesta sexta (18) ao Centro de Documenta&#231;&#227;o Cultural Alexandre Eulalio (Cedae). A doa&#231;&#227;o faz parte do projeto O Brasil de Aloysio Biondi, que re&#250;ne parentes, amigos e alunos do jornalista.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Biondi publicou mais de 2 mil artigos, editoriais, entrevistas e reportagens ao longo de suas quatro d&#233;cadas de atividade profissional. &lt;a href=&quot;http://www.aloysiobiondi.jor.br/spip.php?article1196&quot; class='spip_out' rel='external'&gt;Grande parte desse conjunto documental foi mantida por ele ou recuperada pelo projeto de mem&#243;ria&lt;/a&gt;, e ser&#225; transferida ao Cedae, &#243;rg&#227;o vinculado ao Instituto de Estudos da Linguagem (IEL) da Universidade de Campinas (Unicamp). O acervo compreende tamb&#233;m livros, revistas, recortes de jornal, relat&#243;rios, censos e outras fontes de informa&#231;&#227;o consultadas, al&#233;m de objetos pessoais. Muitos itens cont&#234;m anota&#231;&#245;es de Biondi e d&#227;o precisas indica&#231;&#245;es sobre seu m&#233;todo de trabalho.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A cerim&#244;nia de doa&#231;&#227;o do acervo ocorrer&#225; &#224;s 10h, na sala de defesa de teses, no 2o. piso do bloco VII do Instituto de Estudos da Linguagem. Contar&#225; com a presen&#231;a dos filhos de Aloysio Biondi, Pedro, Antonio e Beatriz; da ex-mulher, Angela Leite &#8211; m&#227;e dos seus tr&#234;s filhos e sua companheira por cerca de 20 anos &#8211;; do secret&#225;rio de Ensino Superior, Carlos Vogt; do reitor da Unicamp, Fernando Costa; do Diretor do IEL, Alcir P&#233;cora; e do coordenador do Cedae, Jefferson Cano.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&quot;A doa&#231;&#227;o para a Unicamp cumpre exemplarmente com o objetivo de tornar p&#250;blico o acervo do jornalista&quot;, avalia Antonio Biondi, coordenador do projeto O Brasil de Aloysio Biondi. &quot;A manuten&#231;&#227;o do arquivo na universidade consolida a contribui&#231;&#227;o de Aloysio e de sua obra para a mem&#243;ria e o futuro do jornalismo brasileiro e de nossa sociedade.&quot;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O arquivo que ser&#225; doado ao Cedae exigiu do projeto O Brasil de Aloysio Biondi nove anos de cataloga&#231;&#227;o de material impresso, pesquisas em bibliotecas, visitas a jornais, discuss&#245;es via e-mail e reuni&#245;es. Al&#233;m do acervo em papel, o trabalho permitiu a postagem de mais de mil artigos e reportagens neste site.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Saiba mais sobre o jornalista, o acervo e o projeto navegando nesta p&#225;gina.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sobre o IEL da Unicamp
&lt;/strong&gt;
Ao longo de 25 anos, o &lt;a href=&quot;http://www.iel.unicamp.br/&quot; class='spip_out' rel='external'&gt;IEL&lt;/a&gt; vem sediando pesquisas nas &#225;reas de lingu&#237;stica e estudos liter&#225;rios. Em 2008, o instituto iniciou o programa de mestrado em divulga&#231;&#227;o cient&#237;fica e cultural, resultante de uma parceria com o Laborat&#243;rio de Estudos Avan&#231;ados em Jornalismo (Labjor). O curso, com sua proposta de formar especialistas capazes de abordar sob diversos enfoques o jornalismo de divulga&#231;&#227;o da ci&#234;ncia, tecnologia, arte e cultura em geral, integra diferentes &#225;reas do conhecimento e refor&#231;a a tend&#234;ncia que norteou a cria&#231;&#227;o do IEL: a promo&#231;&#227;o de uma reflex&#227;o cr&#237;tica sobre todas as manifesta&#231;&#245;es da linguagem.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em conson&#226;ncia com essa expans&#227;o da p&#243;s-gradua&#231;&#227;o do IEL, o Cedae implementa uma nova diretriz &#224; sua pol&#237;tica de acervos, que se abre para a capta&#231;&#227;o e guarda de conjuntos documentais de interesse para a hist&#243;ria e a linguagem do jornalismo, de modo a acompanhar e subsidiar o desenvolvimento dessa nova &#225;rea de pesquisa na Unicamp.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
		</content:encoded>


		

	</item>
<item xml:lang="pt_br">
		<title>A cr&#237;tica contra a imprensa no Plano Real</title>
		<link>https://www.aloysiobiondi.jor.br/spip.php?article1202</link>
		<guid isPermaLink="true">https://www.aloysiobiondi.jor.br/spip.php?article1202</guid>
		<dc:date>2009-09-16T16:13:15Z</dc:date>
		<dc:format>text/html</dc:format>
		<dc:language>pt_br</dc:language>
		<dc:creator>Aloisio Milani</dc:creator>



		<description>Aloysio Biondi, antes de assumir uma coluna no jornal Folha de S.Paulo, tinha feito sua segunda passagem pelo Di&#225;rio da Manh&#227; de Goi&#226;nia, entre 1995 e 1997. Per&#237;odo este que coincidiu com a ado&#231;&#227;o das mudan&#231;as do Plano Real na vida econ&#244;mica do pa&#237;s. No di&#225;rio goiano, Biondi publicava suas cr&#237;ticas &#224;s medidas adotadas pelo governo do presidente Fernando Henrique Cardoso. E, claro, ia contra a mar&#233; de &#8220;boas novas&#8221; que a m&#237;dia adotou como op&#231;&#227;o pol&#237;tica. Influenciado pelas ideias de Biondi, o jornalista (...)

-
&lt;a href="https://www.aloysiobiondi.jor.br/spip.php?rubrique18" rel="directory"&gt;Blog&lt;/a&gt;


		</description>


 <content:encoded>&lt;div class='rss_texte'&gt;&lt;p&gt;Aloysio Biondi, antes de assumir uma coluna no jornal Folha de S.Paulo, tinha feito sua segunda passagem pelo Di&#225;rio da Manh&#227; de Goi&#226;nia, entre 1995 e 1997. Per&#237;odo este que coincidiu com a ado&#231;&#227;o das mudan&#231;as do Plano Real na vida econ&#244;mica do pa&#237;s. No di&#225;rio goiano, Biondi publicava suas cr&#237;ticas &#224;s medidas adotadas pelo governo do presidente Fernando Henrique Cardoso. E, claro, ia contra a mar&#233; de &#8220;boas novas&#8221; que a m&#237;dia adotou como op&#231;&#227;o pol&#237;tica.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Influenciado pelas ideias de Biondi, o jornalista Marcus Vin&#237;cius, editor de Cidades e de Pol&#237;tica do Di&#225;rio da Manh&#227;, analisou a imprensa numa tese de conclus&#227;o do seu curso de Economia. &#8220;Neste per&#237;odo fazia economia e colei grau em 2000. A monografia foi uma cr&#237;tica &#224; avalanche de not&#237;cias fantasiosas sobre o Plano Real, e, sobretudo uma den&#250;ncia &#224; fal&#225;cia neoliberal. O material de pesquisa foi baseado principalmente em artigos e mat&#233;rias feitas por Biondi e Lauro Veiga Jardim no DM e articulistas dos jornal&#245;es&quot;, registra.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Na dedicat&#243;ria do trabalho conclu&#237;do e apresentado h&#225; nove anos, Biondi &#233; homenageado. &#8220;Para Aloysio Biondi, com quem tivemos o prazer de aprender valiosas li&#231;&#245;es de jornalismo, economia e brasilidade&#8221;, escreve Vin&#237;cius. A introdu&#231;&#227;o do trabalho indica como o per&#237;odo tinha vazios de informa&#231;&#227;o que debatessem o impacto do governo FHC para o pa&#237;s. &#8220;N&#227;o h&#225; exagero em afirmar que o &#234;xito do Plano Real deve-se a uma bem articulada campanha nos &#243;rg&#227;os de comunica&#231;&#227;o escrita, radiofonada e televisiva (segundo depoimentos constantes nesta monografia) no quatri&#234;nio 1994/1998&#8221;, afirma.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Segue outro trecho do trabalho:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;i&gt;&#8220;O pensamento da equipe econ&#244;mica &#233; transformado em &#250;nico caminho para livrar o pa&#237;s da espiral inflacion&#225;ria e conduzir a economia ao porto seguro da estabiliza&#231;&#227;o. Da elei&#231;&#227;o do ent&#227;o ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso &#224; presid&#234;ncia da Rep&#250;blica em 1994, &#224; mudan&#231;a na Constitui&#231;&#227;o Federal (1996), permitindo-lhe o direito &#224; reelei&#231;&#227;o &#8212; confirmada nas urnas em 1998 &#8212; a cumplicidade da imprensa &#233; patente.&#8221;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Clique &lt;a href=&quot;http://www.aloysiobiondi.jor.br/IMG/doc/MONOGRAFIA_MARCUS_VINICIUS.doc&quot; class='spip_out' rel='external'&gt;aqui&lt;/a&gt; para ler a monografia. E aproveite para ler os artigos do Di&#225;rio de Manh&#227; no per&#237;odo citado pelo economista. &#201; s&#243; usar a &lt;a href=&quot;http://www.aloysiobiondi.jor.br/spip.php?rubrique3&quot; class='spip_out' rel='external'&gt;ferramenta de busca&lt;/a&gt; e selecionar a d&#233;cada de 90 e o item &#8220;jornal Di&#225;rio da Manh&#227;&#8221;. Segue &lt;a href=&quot;http://www.aloysiobiondi.jor.br/spip.php?article754&quot; class='spip_out' rel='external'&gt;um exemplo&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
		
		</content:encoded>


		
		<enclosure url="https://www.aloysiobiondi.jor.br/IMG/doc/MONOGRAFIA_MARCUS_VINICIUS.doc" length="203264" type="application/msword" />
		

	</item>



</channel>

</rss>
